MBIC First Day [General Session]



(Português) - (English)



A conferência é semelhante ao nosso TechEd, onde temos uma grade de palestras, mesas redondas e laboratórios. Aí você escolhe o que quer assistir e aparece na sala para ouvir o palestrante. Durante o dia de hoje eu vou participar de várias sessões e colocar aqui algumas coisa que eu acho interessante, então vamos começar do início.


General session


Na abertura do evento o pessoal do alto-escalão da área apresentou parte da visão da Microsoft para o segmento de BI. Gostei das duas apresentações, vindo de pessoas que foram contratadas pela Microsoft (a julgar pelo que vi, foram escolhidos a dedo) e se juntaram ao time não muito tempo atrás. Uma coisa que me chamou a atenção foi: ambas comentaram que durante as entrevistas ficaram impressionados com o que a Microsoft têm como visão para BI, então acredito que se veteranos da área (concorrentes na época) ficaram impressionados, podemos esperar muita coisa boa. Algumas coisas que achei interessante compartilhar...


* Democratização do BI.
Se perguntarmos a uma empresa quem se beneficia dos sistemas de BI atuais, vamos ter como resposta entre 10% e 20% dos funcionários. Se perguntarmos quantos poderiam se beneficiar de BI, a resposta será entre 90% e 95%. Porque existe essa diferença tão grande? Precisamos passar por um processo de democratização da inteligência do negócio, para que possa ajudar todos e não somente os diretores e gerentes.


Projetos Kilimanjaro e Madison (codinomes): o primeiro voltado para a manipulação de volumes gigantescos de dados (milhares de giga/terabytes) e integração com a recém aquisição da Microsoft (DatAllegro). Em uma demonstração foi possível ver diversas máquinas trabalhando independentemente sobre uma massa de dados particionada, respondendo uma consulta gigantesca em segundos (nota: a instrução mandava limpar todo o cache antes de ser executada). Scale-out e arquitetura share-nothing funcionando, lindo!
O segundo focado na análise e relatórios self-service (indo além do que já temos hoje com os report models, por exemplo), que irá dar mais poder para o usuário (o que chamamos people ready BI - pessoas prontas para BI). Outra coisa que deixou todo mundo de queixo caído foi a apresentação do Gemini (parte do Kilimanjaro), onde mais de 23 milhões de registros eram manipulados em memória (rápido, muito rápido) usando uma máquina "convencional" (com 8GB de RAM), mas ainda assim factível dentro de alguns anos.


O que eu acho mais importante quando falamos de BI na Microsoft, é o valor da Plataforma inteira. Vemos o Excel, SQL Server, Sharepoint e o Performance Point, trabalhando de forma integrada e gerando um imenso valor para quem utiliza todo seu potencial.


Mais informações? Já tem gente blogando... http://sqlblog.com/blogs/marco_russo/archive/2008/10/06/microsoft-bi-conference-2008-announcements-on-stage.aspx


[]s
Luciano Caixeta Moreira
luciano.moreira@microsoft.com
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